
Entrevista com Rosana Zago, Líder de Transformação Digital da São Martinho
“Nunca me vi fazendo outra coisa” Um computador “enorme”, segundo ela própria em sua visão de criança, na sala da casa de um amigo da

“Nunca me vi fazendo outra coisa” Um computador “enorme”, segundo ela própria em sua visão de criança, na sala da casa de um amigo da

Depois da dúvida entre Economia e Tecnologia, duas áreas seguidas pelo pai, Samantha Martins, Diretora de Tecnologia do Aché, optou pela segunda pelo dinamismo e se encantou com a possibilidade de resolver problemas das empresas com o uso da tecnologia e diz que isso a fascina até hoje. Com passagem por empresas como Eletropaulo, Ambev, Iguatemi, agora à frente da TI do Aché, Samantha tem momentos de muita agitação pela frente, o que é próprio do seu estilo. Entre os projetos que ela revela nesta” Bastidores da TI” está a migração para o SAP S/4 Hana e a adoção de IA para evitar a chamada “ruptura” que é a falta de produtos na prateleira das farmácias de todo o País onde os medicamentos do laboratório são distribuídos. Saiba mais sobre este e outros projetos da TI do Aché nesta edição da Bastidores da TI. Boa leitura!

O gosto por coisas novas e a curiosidade fizeram com que Daniel Vaz, CIO com passagens por empresas como Ultrafertil (que mais tarde virou Fosfertil), Vale e Copersucar, entre outras, fizesse a opção por Ciência da Computação, curso recém-criado na época, década de 1980 . Além dos videogames, os ingredientes citados no início do texto o levaram também a, por volta dos 13 anos, tentar entender como funcionava a engrenagem da máquina de tricô da mãe, professora desta arte. “Eu comecei a estudar como era realizada a programação das máquinas para dar manutenção às mesmas. A base eram cartelas que funcionavam mais ou menos como os cartões perfurados para a máquina entender o desenho que deveria ser construído na roupa”, explica. Essa curiosidade na programação o levou a adquirir um TK 85, que era ligado a um gravador k7 e uma TV, e começou a desenvolver programas e jogos, evoluindo depois para um TK 3000, onde programava em Basic e Pascal

Tecnologia como vetor de eficiência Quem começou a vida profissional usando microcomputador não conheceu as escolas de datilografia, passagem obrigatória dos jovens até os

Quem da área de TI, na época informática, já atingiu os chamados “enta” há algum tempo com certeza lembra-se do TRS-80, um computador portátil, dos primeiros a surgir no Brasil, fabricado pela empresa local Microdigital. Pois este foi o gatilho do interesse de Fabio de Freitas, CIO da Seguradora Líder, pela área. A Líder foi responsável pelo processamento de todo o seguro obrigatório até 2020 e hoje ainda administra o legado adequando sua estrutura à nova realidade e adotando tecnologias como IA em processos de negócio de ponta a ponta a partir de uma experiência em curso na própria área de TI. Conheça a história de Fabio de Freitas e seus projetos hoje à frente da TI da Líder Seguradora. Boa leitura!

Parece inacreditável, mas a decisão de Lucia Almeida, CIO do Grupo Veste (Le Lis , Bo.Bô, John John, Dudalina e Individual) sobre atuar na área de TI foi tomada ainda na infância. Isso mesmo, aos 8 anos. “Eu já dizia que queria ser analista de sistemas sem nem saber exatamente o que era isso”, diz. E não foi por influência familiar não, foi o que pode-se chamar de decisão prematura mas, ao mesmo tempo, madura. Aos 12 anos fez curso de Cobol e sua trajetória permeia diversas áreas tendo participado de projetos complexos tanto na iniciativa pública quanto privada em segmentos como Indústria, Saúde, Logística, Financeiro, Varejo e Hotelaria, incluindo a gestão de grupos de empresas e a condução de processos de fusões e aquisições, IPOs e internacionalização. Conheça aqui a trajetória de Lucia e seus projetos hoje à frente da TI do Grupo Veste. Boa leitura!

Foco no futuro A relação de Leandro Roldão com a TI não foi algo tão pensado, como ele mesmo conta. Ele sempre gostou muito

Cartas à mão Um consórcio feito pelo pai para a compra de um computador para a família seguindo sugestão de amigos do trabalho

Seguindo os passos da irmã mais velha e o conselho do pai de que informática era uma área de futuro, Jefferson Nogueira, CIO da

Roteiros e rotinas via IA André Campos, CIO Latam da Martin Brower, desde muito cedo imaginou que seria publicitário por seu dom para desenho

Desafio aceito De um curso de datilografia onde havia um microcomputador, que era uma espécie de “corpo estranho” nos idos dos anos 1990,

Crescimento Turbinado Uma empresa brasileira de pouco mais de 20 anos que chegou para brigar com antigas gigantes de eletrodomésticos portáteis e que conseguiu
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