Edit Content

Menu

Hapvida atinge 98% de monitoramento de batimentos cardíacos fetais

Hapvida atinge 98% de monitoramento de batimentos cardíacos fetais

Impulsionado pelo equipamento Safe Baby, o Projeto BCF alcançou o melhor índice de sua série histórica, mantendo o acompanhamento de gestantes em tempo real acima de 97% por dez meses consecutivos em toda a rede

Compartilhar:

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email
Share on whatsapp

A Hapvida atingiu o melhor índice da série histórica do Projeto BCF (Batimentos Cardiofetais), incluindo 98,23% das gestantes elegíveis no monitoramento feito em tempo real em toda a sua rede hospitalar. O programa utiliza um equipamento exclusivo da companhia para identificar alterações súbitas na frequência cardíaca do bebê ainda dentro do útero. O resultado demonstra a maturidade do projeto e reforça o compromisso da empresa com uma assistência obstétrica mais segura, precisa e baseada em dados, mantendo o indicador sempre acima de 97% entre julho de 2025 e abril de 2026. 

  

O equipamento, chamado Safe Baby e desenvolvido em parceria com o Senai, utiliza tecnologia avançada para identificar anomalias como bradicardia, taquicardia e desaceleração. Com a transmissão de dados em tempo real e integração direta ao prontuário eletrônico da paciente, os especialistas conseguem acompanhar o estado de saúde do bebê continuamente, o que permite tomar decisões médicas muito mais rápidas e assertivas durante o monitoramento. 

  

“O Projeto BCF nasceu da convicção de que tecnologia e assistência humana, quando caminham juntas, salvam vidas. Alcançar mais de 98% de cobertura demonstra nosso compromisso em oferecer um cuidado obstétrico cada vez mais seguro, eficiente e centrado na paciente”, afirma Izabela de Sousa Martins, enfermeira obstétrica e gerente de enfermagem da Hapvida. São elegíveis para o procedimento todas as gestantes com idade gestacional igual ou superior a 30 semanas e feto vivo durante o período de internação. 

  

A execução do protocolo é de responsabilidade do enfermeiro, que acompanha presencialmente cada etapa para garantir a qualidade técnica e a segurança do dado clínico gerado. “Manter o indicador acima de 97% por dez meses consecutivos é resultado de um protocolo estruturado, aliado ao comprometimento das equipes e à padronização dos processos assistenciais. Essa consistência fortalece nossa capacidade de seguir elevando o padrão da assistência”, complementa Ana Caroline Pizzolitto, enfermeira obstétrica e também gerente de enfermagem da Hapvida. 

 

Destaques