O DB Diagnósticos, especializado em apoio laboratorial B2B, modernizou sua infraestrutura tecnológica por meio de uma arquitetura híbrida desenvolvida com a Everest Digital e apoiada em plataforma Nutanix. A iniciativa reorganizou os workloads críticos da companhia e reduziu em cerca de 50% os custos de infraestrutura associados às aplicações migradas, elevando a eficiência de uma operação que atende a mais de 11 mil clientes em cerca de 2.400 cidades brasileiras.
Com 13 unidades técnicas e capacidade para processar mais de 50 milhões de exames mensais, o DB Diagnósticos responde por mais de 10% dos exames realizados no país. Nessa escala, a TI é parte central de um fluxo que conecta, em tempo real, laboratórios parceiros, processamento técnico e entrega de resultados. Essa integração tecnológica sustenta desde a identificação das amostras até o retorno das análises, acompanhada por uma logística que percorre mais de 5 milhões de quilômetros por mês para entregas em até 24 horas.
A expansão dos negócios e o aumento da complexidade dos sistemas exigiram uma nova abordagem de TI. Sob a liderança do CIO Lucas Santana, o desafio era encontrar uma arquitetura capaz de controlar custos, suportar o uso crescente de microsserviços e Kubernetes, e reforçar a segurança dos sistemas de produção. Em novembro de 2025, o DB optou por migrar workloads críticos para uma infraestrutura de nuvem privada, substituindo a nuvem pública anterior para reduzir a exposição e criar uma base resiliente.
“O ponto de partida deste projeto foi racionalizar custos, mas conseguimos avançar também em segurança e na capacidade de acompanhar a evolução das nossas aplicações. A tecnologia faz parte do nosso modelo de negócio: precisamos receber as solicitações dos laboratórios, sustentar a produção e devolver resultados com agilidade. Uma infraestrutura moderna se traduz em uma experiência melhor aos laboratórios que dependem dos nossos sistemas diariamente”, afirma Lucas Santana, CIO do DB Diagnósticos.
O desenho e a execução da nova arquitetura contaram com a parceria da integradora Everest Digital, que também assumiu a sustentação da infraestrutura no modelo de serviços. Essa divisão permitiu que a equipe interna de TI do DB deixasse a gestão física do data center e focasse exclusivamente no desenvolvimento de aplicações e em melhorias estratégicas para o negócio, combinando IaaS, nuvem híbrida e conectividade de baixa latência para acelerar respostas e dar flexibilidade à operação.
Como parte da modernização, o DB passou a adotar a Nutanix Kubernetes Platform (NKP) para acelerar a criação de aplicações em containers. A primeira entrega no modelo foi a nova versão do Guia de Exames, ferramenta usada por profissionais de saúde para consultas técnicas. Desenvolvida em pouco mais de seis meses, a plataforma ganhou automação de escala e registrou um ganho de 64% de performance em relação à versão anterior.
Com a nova arquitetura, o DB Diagnósticos ganha liberdade para distribuir aplicações entre diferentes ambientes conforme desempenho, custo e demanda, planejando modernizar novas plataformas de forma gradual.
“O objetivo é usar a tecnologia onde ela fizer mais sentido. Ao reduzir o esforço dedicado à gestão da infraestrutura, conseguimos direcionar mais recursos para aquilo que realmente diferencia o negócio: melhorar nossos sistemas, acelerar entregas e oferecer uma experiência cada vez melhor aos nossos parceiros e clientes”, conclui Santana.
“Em uma operação com a escala do DB, infraestrutura não é apenas uma decisão de TI: ela está diretamente ligada à continuidade e à evolução do negócio. O projeto cria uma base para que a companhia avance na modernização de suas aplicações, sem abrir mão da flexibilidade e autonomia necessárias”, afirma Leonel Oliveira, diretor-geral da Nutanix Brasil.


