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IA na saúde: O fator “face a face” com o médico ainda é referência?

IA na saúde: O fator “face a face” com o médico ainda é referência?

Embora a tecnologia acelere o acesso a dados e diagnósticos preliminares, a relação de confiança e o veredito médico continuam sendo os pilares da jornada do paciente

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O uso da inteligência artificial na saúde tem crescido de forma acelerada, ampliando o acesso a conteúdos educativos e informações médicas. Ferramentas capazes de resumir temas complexos e organizar sintomas já fazem parte da rotina, mas especialistas reforçam um ponto central: a tecnologia é uma aliada estratégica, mas a decisão clínica deve sempre passar pelo médico. Nesse cenário, especialistas reforçam um ponto central: a tecnologia é uma aliada, mas a decisão em saúde deve sempre passar pelo médico.  

  

Com o avanço dessas soluções, plataformas digitais vêm ajustando seus sistemas para garantir que a informação chegue ao paciente de forma clara e alinhada à medicina baseada em evidências. O objetivo não é substituir o profissional, mas qualificar a jornada do paciente, estimulando o cuidado consciente e a busca por orientação especializada 

  

Para Antonio Paschoal, diretor de marketing da PicDoc, plataforma de consulta online, a inteligência artificial tem um papel fundamental no apoio à informação, mas não deve ser vista como um fim em si mesma. “O paciente precisa ter claro que a avaliação médica é insubstituível. A inovação serve para aproximar as pessoas do cuidado, oferecendo suporte para que cheguem à consulta mais bem informadas”, afirma o executivo. 

  

Do ponto de vista do paciente, o acesso facilitado ajuda a identificar sinais de alerta e a entender diagnósticos. No entanto, a interpretação correta desses dados depende do contexto clínico individual, algo que apenas o médico consegue avaliar de forma completa através da escuta e do exame. Na PicDoc, a tecnologia é utilizada para viabilizar esse encontro de forma imediata, unindo a agilidade digital à segurança do atendimento profissional.  

  

O debate sobre IA na saúde aponta para um equilíbrio entre inovação e responsabilidade. À medida que a tecnologia evolui, fortalece-se a premissa de que a informação automatizada deve ser sempre um ponto de partida, e nunca o veredito final no cuidado com a vida. 

 

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