>> Destaque - Mercado

“Não basta se adaptar, tem que ser rápido”

Durante Conferência da Veeam, que acontece nessa semana em New Orleans (EUA), Peter McKay, Co-CEO da companhia, destaca a velocidade com que as empresas precisam se transformar para a nova Era Digital, caso contrário, estarão fadadas ao fracasso

Por: Alexandre Finelli, ⌚ 16/05/2017 às 16h55 - Atualizado em 17/05/2017 às 14h16

“It is the best of times. It is the worst of times”. Foi com a frase de Charles Dickens, um dos mais notórios romancistas ingleses da era vitoriana, que Peter McKay, Co-CEO & Presidente da Veeam, iniciou seu speech de abertura na VeeamOn, conferência da companhia que acontece nesta semana, em New Orleans, Estados Unidos. O executivo aproveitou a afirmação do escritor para explicar as oportunidades e desafios proporcionados pela transformação digital.

 

“O quote representa o que temos pela frente. Há muita disrupção e inovação tornando as empresas ágeis como nunca. No entanto, quem não se adaptar rapidamente a essa mudança está fadado ao fracasso”, disse.

 

Há três anos, McKay disse que o momento vivido pelas companhias era outro. Falava-se de social media, cloud, mobile. Hoje o foco é em machine learning, Internet das Coisas, Blockchain. Essa é a transformação a qual empresas precisam se adequar rapidamente ou o futuro delas será comprometido diante de um mercado tão competitivo. É com a proposta de oferecer disponibilidade ininterruptamente que a Veeam deseja ser parte desse momento, ajudando companhias a se prepararem para o futuro.

 

Com uma receita de US$ 607 milhões em 2016, a empresa de apenas dez anos de existência acumula mais de 240 mil clientes pelo mundo, sendo mil apenas no Brasil através de sua abordagem 100% voltada para canais pelo programa ProPartner, representando um aumento de 46% no número de parceiros no País.

 

Pouco mais de 70% das empresas do ranking Fortune 500 e 56% do Global 2000 são clientes Veeam. Na América Latina, a companhia está presente no Brasil, Argentina e México.

 

Futuro

 

“Somos uma empresa 100% focada em canais”, disse McKay inúmeras vezes. Ao todo, são 47 mil no mundo. Além disso, a empresa tem parceiros tecnológicos, como VMware, Microsoft, NetApp, HPE, Cisco e Dell/EMC. Investir em novas parcerias é uma das principais prioridades da companhia neste ano.

 

A Veeam também quer se aproveitar do reposicionamento de algumas organizações para ganhar mercado. Conforme divulgado por McKay, empresas reconhecidas vêm perdendo Market share anualmente como Commvault (-4.1%), Veritas (-3.6%) e Microfocus (-5.7%). Segundo ele, isso representa uma oportunidade de US$ 3 bilhões para a Veeam.

 

Para continuar crescendo, a ex-startup irá apostar em quatro vetores: geograficamente, investindo em mais presença na Ásia, Américas e EMEA (Europa, Oriente Médio e África); em plataformas, expandindo soluções em ambientes virtual, físico e cloud; em segmentos, com mais atuação em mercados Enteprise, SMB, Commercial e SLED (state, local and education); e parceiros, por meio de revendedores, novas alianças e MSPs.

 

*Alexandre Finelli viajou à New Orleans a convite da Veeam

 

>> Destaques